Saving the cities


Guia de urbanismo ensina como intervenções criativas podem tornar a vida nas cidades mais segura.

Cidades mais adensadas, que exigem menor deslocamento dos seus cidadãos – e menor necessidade do uso do carro. Ciclovias interconectadas. Intervenções urbanas que reduzam a velocidade do tráfego. Estas e outras práticas onde o design é protagonista fazem parte do estudo Cities Safer by Design, elaborado pelo World Resources Institute – WRI, de Washington (EUA). O relatório, lançado no mês de agosto, inclui 34 e traz ainda os sete passos fundamentais para se tornar uma cidade mais segura. Por ano, 1,3 milhão de pessoas morrem no mundo por acidentes de trânsito – e a maioria é de pedestres. Acompanhe quais seriam estas sete medidas prioritárias e veja se sua cidade adotou alguma destas medidas.

01.    Cidades mais adensadas reduzem a necessidade de deslocamento e o uso de veículos. Com isso, têm menores taxas de mortalidade ligadas ao trânsito. É o caso de Tóquio e Estocolmo;
02.    Intervenções na malha viária que reduzam a velocidade dos carros para 50 km/h;
03.    Garantir espaços para a circulação de pedestres nas principais vias de trânsito, como boulevards exclusivos e áreas verdes;
04.    Ruas Plenas: vias onde a convivência entre carros, bicicletas e pessoas seja planejada e ocorra em harmonia;
05.    Criar “corredores de bikes”, vias principais dedicadas ao transporte e que esteja conectadas com outros meios como metrô e trem;
06.    Bus lanes mais extensas, faixas exclusivas de ônibus de maior alcance, que garantam segurança e mobilidade por toda a cidade a um número cada vez maior de passageiros;
07.    Central de inteligência de tráfego que seja eficiente na análise das informações em prol da segurança das pessoas.

Confira a íntegra do estudo clicando no link abaixo.

http://www.wri.org/publication/cities-safer-design